domingo, abril 26, 2020

25 de Abril - Dia da liberdade 💓


Partilho convosco algumas fotografias da sessão de aniversário da minha mamy (24-04-2020) 


A mãe que, felizmente, sempre me deu a liberdade que preciso.
Ensinou-me muito bem a ser livre! ✨


















The light within ✨




domingo, abril 19, 2020

Criatividade: um remédio natural





A criatividade não é algo que me assusta. Pelo contrário, a criatividade entusiasma-me.
Não penso muito nela... posso até dizer que não penso de todo nela no momento em que quero criar algo. Simplesmente a deixo fluir, observando-a e sem a pressionar. Ela gosta que eu a trate assim e permite-me criar de forma natural.
A criatividade está-me entranhada, assim como está entranhada em ti e em todos nós. Ela estimula o cérebro e o coração e deixa-nos mais felizes.
Ela é um processo, uma evolução e merece ser trabalhada com delicadeza mas também com persistência.

sexta-feira, abril 17, 2020

Já alguma vez te deitaste na tua cama ansioso por acordar no dia seguinte?

Ontem à noite algo mágico aconteceu no meu quarto. Ou melhor, algo mágico aconteceu dentro de mim. Oh... que sensações maravilhosas que eu vivi enquanto tentava adormecer.
Deitei-me e, como sempre faço, agradeci por mais um dia maravilhoso que tive. A minha cabeça não parava de pensar e comecei a sentir uma adrenalina, uma empolgação e uma excitação fora do normal. Foi intenso... como se de uma droga se tratasse. Mas não era nenhuma droga. Era só a minha vida. A minha vida boa a passar-me pela cabeça, a encher-me de pensamentos e ideias maravilhosas! A minha vida a desdobrar-se e a fazer cada vez mais sentido.
Imaginei que a nossa vida começa como que uma folha amachucada e que quanto mais vivemos e aprendemos, vamos desdobrando essa folha, que é a nossa vida, nós, enquanto ser.
Ela começa em forma de uma bola amassada e à medida que vamos crescendo ela vai-se abrindo e tornando-se cada vez mais lisa, mais clara, até ficar 100% plena.
Tenho uma satisfação enorme quando descubro coisas novas sobre mim. Ou quando, simplesmente, me apercebo de algo que já lá estava mas outrora nunca tinha feito tanto sentido.
Custou-me a adormecer porque as ideias rodopiavam na minha cabeça e queria pô-las em prática naquele preciso momento. Eram 4h da manhã, então, simplesmente anotei as minhas ideias e voltei para a cama para dormir.
Acho incrível a forma como a vida se desdobra. A vida fascina-me tanto e eu sou tão grata por ela... Não mudaria nada na minha vida e adoro este meu papel.

My Solo Trip In One Video

https://www.youtube.com/watch?v=k-Q_bQsYCPU

sexta-feira, abril 03, 2020

2020





Antes de escrever isto estive a limpar o pó das teclas do meu computador e acidentalmente carreguei numa tecla qualquer e abriu um novo separador no Google Chrome. No meio da página dizia "Como podemos ajudar? Descreva o problema". Irónico, não é? Para mim foi.

Já não é só não saber que dia da semana é hoje... acho que já começo a duvidar também do mês. Que ano louco!

quarta-feira, abril 01, 2020

Self Portrait, 1 April 2020


Esta quarentena está cada vez mais difícil de aguentar. E a vossa? Os últimos dias foram passados com um humor bem diferente do que o habitual. Tenho estado mais explosiva e impaciente com tudo. Sinto cada vez mais isto tudo que está a acontecer. Está a ficar cada vez mais real à medida que os dias em quarentena vão passando. Não tenho feito praticamente nada mas não me tenho culpado por isso... Mas a verdade é que quanto menos faço, menos vontade tenho de fazer. Compreendo e aceito, porque lutar contra isto e contra o que isto nos faz sentir não adianta de nada e só nos stressa mais.

Tenho vivido um dia de cada vez, literalmente. Acordo e penso "mais um dia que vou passar no sofá, na cama, na cozinha,...". Quase já nem me atrevo a abrir a porta do estúdio mas hoje senti-me com energia para o fazer e criar alguns auto retratos. Cheguei a uma conclusão que já tinha chegado antes mas entretanto esta situação voltou a bater-me de frente e fiquei um pouco em baixo e sem vontade para nada. A conclusão é que os auto retratos me salvam. Mesmo! A Fotografia salva-me e sou tão grata por ela... Sou tão grata por poder continuar a fazer fotografia dentro de casa, por poder explorar a minha criatividade mesmo aqui fechada e sou muitíssimo grata por ter o meu estúdio em casa. Desculpa, querido estúdio, por te ter deixado sozinho estes últimos dias. Prometo que vou continuar a abrir a tua porta muitas mais vezes, durante estes dias difíceis. Tu fazes-me bem e sou uma sortuda por te ter. Serei burra se não te aproveitar mais nestes dias longos em que não tenho muito para fazer. Obrigada por tudo tão mágico que me dás, sempre!

segunda-feira, março 23, 2020

Israel, February 2020 #selfportraits



Ontem mexi, finalmente, nas fotografias das minhas férias em Israel. Cheguei à conclusão que tirei poucas fotos, mas em férias raramente tenho vontade de pegar na câmara, admito.

Fiz mais vídeos que fotos, mas estou sem vontade de fazer um pequeno vídeo da viagem. Quando tiver vontade faço 😅

Foi bom voltar a estes dias, ter estas memórias... Embora custe acreditar que foram há cerca de 3 semanas atrás. Fez-me pensar que tudo pode mudar num abrir e fechar de olhos...
Sejamos gratos, agora!

Eu tenho dois amores

Self portrait with Rufus 

Self portrait with Dora


Eu tenho dois amores: o Rufus e a Dora.

O Rufus é o meu primeiro bebé, o primeiro animal de estimação que adotei, o primeiro animal que desenvolvi uma relação de afeto, o primeiro animal que amei e amo com todo o meu coração.

A Dora é a minha segunda bebé. Adotei-a com o intuito de dar uma companhia ao meu Rufus porque um dia uma veterinária me disse que, embora os gatos sejam animais independentes e solitários, todos os seres gostam de ter uma companhia. Nunca esqueci as palavras desta veterinária e, 4 anos depois de viver apenas com o Rufus, quando me senti finalmente preparada, adotei a Dora, a mana que o Rufus adora. (sim, dei-lhe este nome porque queria que o Rufus a adorasse e porque tinha receio que ele reagisse mal e/ou ficasse com ciúmes.)

Nunca me hei-de esquecer do primeiro dia que vi a Dora (foi através de um espelho, na casa da minha querida amiga Lea).
Ela bufava-me, fugia de mim e tentava atacar-me com as suas mini patinhas adoráveis. No dia em que a fui buscar, não sabia bem para o que ia. Quando adotei o Rufus, ele era um pouco mais velho - tinha aproximadamente 4 meses e estava numa loja de animais à espera que alguém o quisesse - e a Dora tinha apenas 2 meses e estava com a mãe e irmãos, no dia em que a fui buscar. Trazê-la para casa custou-me imenso. Tirá-la da família foi uma coisa horrível de se fazer que eu nem sabia que ia ter que passar por isso. Achei que ia ser muito mais fácil, que ia simplesmente pegar nela, colocá-la na transportadora e vir para casa. Não foi bem assim. Foi doloroso o caminho para casa porque ela chorava e berrava imenso pois sabia que tinha sido tirada da mãe. Tentei pensar que estava a fazer a coisa certa, embora a tenha tirado da família, ela precisava de um lar porque a Lea já tem imensos gatinhos e um cão.

Honestamente, e pode parecer horroroso e insensível o que vou dizer, inicialmente, achei que nunca ia amar tanto a Dora como amo o Rufus, por ele ter sido o meu primeiro bebé. Enganei-me. Amo tanto a Dora como amo o Rufus e é um amor que cresce todos os dias, literalmente! Ela ensinou-me que o amor é infinito, sem limites, paciente e ensinou-me a confiar... Ela é a gatinha mais bonita que já conheci em toda a minha vida. Foi a primeira gatinha que tive no colo com apenas dois meses... nunca tinha pegado numa gata tão pequenina, tão frágil, tão medricas.

Ter um animal de estimação pode ensinar-nos muita coisa e, garanto, que será o melhor amor que algum dia poderão sentir! Adotem! :)

I see the signs everywhere


O mundo parou há alguns dias... A maior parte da população está obrigatoriamente fechada em casa, de quarentena, por causa de um vírus perigoso que se propaga demasiado rápido.
Existem duas formas de viver esta fase que podemos adotar durantes estes dias difíceis: viver com otimismo/entusiasmo ou viver com pessimismo/sofrimento. Eu escolho ser otimista e manter-me entusiasmada com tudo isto. Entusiasmada porque tenho tanto tempo para mim, para a minha família, para descansar, para ser criativa, para me auto descobrir. E é o que tenho feito.

Esta noite custou-me adormecer e fui pesquisar umas coisas à interntet sobre algo que desconfiava e me intrigava sobre a minha maneira de ser: a minha sensibilidade extrema no que toca a sentimentos, sensações e emoções e, penso ser o que chamam de um Empath (muito resumidamente: "Ser Empath é quando você é afetado pelas energias de outras pessoas e tem uma capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente os outros. Sua vida é inconscientemente influenciada pelos desejos, pensamentos e humores dos outros. Ser Empath é muito mais do que ser altamente sensível e não se limita apenas às emoções. Os Empaths podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, além de conhecer as motivações e intenções de outras pessoas.)

Desde pequena que sinto uma compaixão fora do normal pelos outros. Desde pequena que sinto muito o que os outros estão a sentir, como se eu me colocasse mesmo por debaixo da pele deles, e fosse aquela pessoa, naquele momento. Sempre achei que eu era apenas muito sensível, o que não deixa de ser verdade (às vezes, isto chegava até a irritar-me, principalmente quando estava com um grupo grande de pessoas e desatava a chorar). Eu sou extremamente sensível, sim. É como se eu recolhesse demasiada informação de tudo aquilo que me rodeia e sinto tudo à flor da pele, toda essa informação/emoção que deixo entrar em mim.

Podia olhar para isto como uma praga, mas escolho olhar para isto como um dom.

Sinto-me especial! Embora eu ache que todos nós somos especiais, à nossa maneira!
Descobrir isto, aprender mais sobre mim, explorar a minha forma de ser deixa-me cada vez mais grata por tudo. Sabe-me tão mas tão bem aprender sobre mim, compreender-me, perceber o porquê de muitas coisas que vivi antes, que senti antes, agora explicadas... Sinto que um portal se está a abrir para mim. Um portal infinito que eu gosto de chamar universo. Ele está constantemente a comunicar comigo e a dizer-me que estou no caminho certo. Obrigada!

quinta-feira, março 19, 2020

2020


Hoje acordei particularmente ansiosa, triste, revoltada, angustiada, nervosa, sem paciência e todos esses adjetivos que devemos evitar, pelo bem da nossa saúde.

Graças a Deus (este Deus que me refiro é a minha mãe), sempre fui muito positiva, otimista, alegre, bem disposta, confiante... Mas, ultimamente, com tudo o que se está a passar, é difícil manter este espírito.

Nunca sofri muito com ansiedade até porque quando era mais nova, sempre que sentia ansiedade, confundia-a com borboletas na barriga. Isto é um facto muito engraçado. A ansiedade que por vezes tenho, felizmente, não é algo muito forte. É apenas uma sensação estranha que tenho na barriga, faz-me suar e, por vezes, tremer um pouco. Daí eu confundir a minha ansiedade com borboletas na barriga porque sempre que me apaixonava era mais ou menos assim que me sentia.

Hoje acordei assim e hoje sei que é ansiedade. Embora esteja apaixonada por tudo o que me rodeia, sinto-me ansiosa e com medo do futuro. Apetece-me chorar e enquanto escrevo isto os meus olhos começam a embaciar com lágrimas.

Eu gosto de chorar. Pode parecer estranho ou ridículo mas chorar, muitas das vezes, sabe-me bem. Sinto que me estou a lavar por dentro. Sempre que faço meditação, eu choro. Não por estar triste, mas porque a minha alma se está a limpar energeticamente.

Chorar não é sinal de fraqueza. Chorar é libertar. É mandar cá pra fora aquilo que não nos serve mais.

O mundo está estranho. Ou melhor, está cada vez mais estranho, porque ele sempre foi e sempre será estranho, um enigma, um mistério...

Mas vamos todos fazer uma coisa:
fechar os olhos
unir a nossa mão esquerda à nossa mão direita
respirar fundo 3 vezes, ao nosso ritmo
agradecer por estarmos vivos
visualizar, com muita força e esperança, o dia em que, finalmente, tudo isto que estamos a passar é apenas parte da nossa história
vejam-se a passear na rua, a passar por pessoas e a dar um sorriso contagiante a todas as almas que passarem por vocês

Este dia que estão a visualizar está tão perto! Sintam-no! Ele está a chegar a nós... :)


Wake me up when it's all over




Let the world cry but please don't let the world die 🌹







The universe has my back


Na minha perna esquerda está escrito "The universe has my back". 🤞


Tenho algumas tatuagens e 90% são simplesmente porque gosto delas esteticamente. Muitas não têm qualquer significado. Esta tem. ✨

Hoje, em conversa com uma amiga, disse-lhe que acredito mesmo que algo me está sempre a proteger, algo me guarda, algo me dá sempre aquilo que eu preciso, na hora que eu preciso. E acredito também que isto não é só comigo. O universo protege-nos a todos. Não digo isto por dizer. Digo-o e sinto-o por todas as provas reais que tive e vou tendo ao longo da vida.

Depois da conversa com a minha amiga, umas horas depois, o universo voltou a provar-me que nunca me deixa sozinha. Estou constantemente a ser relembrada que tudo acontece por uma razão e que tudo está bem.

É estranho! Mas é bom... Viver assim, com atenção a estes sinais, deixa-me leve.

Faz-me acreditar em tudo com o dobro da fé. Faz-me triplicar a minha positividade.
Faz-me feliz, mesmo quando tudo está de pernas pro ar.
🌹




Self portraits are keeping me sane


This is how I feel lately... just waiting for the storm to pass. I know there's something beautiful waiting for us, after all of this.
Be patience 🌹


International Women's Day

Be your own muse! #selfportraits





Love Yourself

Self Portraits from this weird 2020





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