Numa tempestade tudo se agita, tudo sacode com violência e é difícil manter o equilibrio, pois a embarcação persiste em baloiçar violentamente em todos os sentidos. Tentamos assentar os pés, mas o chão foge-nos!
É um mar furioso, é um mar pretensioso e cheio de orgulho! A tempestade tenta lançar-nos ao mar e o mar parece querer engolir-nos. Mas damos as mãos e ordenamos ao mar, em voz possante, que se acalme. E ele obedece-nos porque este mar é nosso e nada nos pode separar!
«Uma mão aberta, um beijo, os olhos que se esquivam por detrás de um suspiro. Um sorriso, pedaços de palavras, os teus dedos abraçam os meus. Nada de mais próximo, nada de mais aconchegante do que duas almas que se amam.»